E se o mundo dançasse?

Para muitos, essa “coisa” redonda não passa de ser algo rotineiro, metódico, chegando a ser grande demais para alguns e até inútil para outros, utilizado, na maioria das vezes, para diversos contextos como sinônimo para quaisquer outros corpos celestes do planeta Terra. Mas… E se for diferente para aqueles que o enxergam de outra forma? Digamos que, de uma forma mais…Dançante?

Foi exatamente o que aconteceu. Diversos fotógrafos formaram suas lentes em um cenário completamente inspirador, onde as fitas das sapatilhas substituíram os saltos, as ruas se tornaram palcos, os pedestres a plateia. Dançar se tornou sinônimo de dia a dia.
E vamos a um exemplo:

Com o projeto “Dance among us”, o fotógrafo Jordan Matter transformou o metódico cenário urbano em uma verdadeira fonte de inspiração, registrando o compromisso dos bailarinos com a sua forma de arte, uma vez que estes acabam por transpor os palcos para as suas vidas. O resultado: imagens impregnadas de alegria, energia e humor que contagiam quem vê com uma indelével sensação de bem-estar.

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Quem também usufruiu desta ideia foi o fotógrafo Dane Shitagi, que reuniu várias bailarinas com o intuito de deixar Nova Iorque muito mais clássica e sensível. Dane teve a preocupação de congelar a emoção e a alma de cada uma das dançarinas para dar imaginação ao fluxo da essência de cada uma delas.

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Outro trabalho surpreendente foi o do fotógrafo Nir Arieli , que utilizou a técnica da sobreposição, e criou um ensaio inovador onde foi possível captar a elegância dos movimentos dos bailarinos em uma só foto.

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Voltando às perguntas: Quantos de nós já sentiram uma vontade urgente e irreprimível de dançar em locais e momentos inapropriados? E quantos de nós efetivamente o fazem? Por que razão, à medida que vamos envelhecendo, reprimimos tantas vezes a nossa euforia e entusiasmo quando estamos em público?
E se fosse diferente? E se, e se, e se?

Basta perceber que o mundo está aí para ser apreciado e ser usufruído da melhor forma possível, seja dançando, fotografando, pintando, ou fazendo arte. Mas uma coisa é certa: se um dia for diferente, seremos capazes de responder a todas essas perguntas.

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